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Rio de Janeiro quer decretar Jesus Cristo como patrimônio imaterial do estado
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O Projeto de Lei de autoria do deputado carioca Édino Fonseca propõe transformar Jesus Cristo (não a estátua “Cristo Redentor”, mas sim o próprio Jesus, o nazareno) um patrimônio imaterial do estado do Rio de Janeiro.
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A justificativa é que já que temos a estátua (o que seria o patrimônio material), nada melhor do que termos a pessoa dele como propriedade do povo fluminense. Segundo Édino esta é uma homenagem ao Salvador “por tudo que temos conhecimento que Ele tem feito pelo nosso Estado e pelas vidas das pessoas que aqui vivem”.

Além de deputado estadual, Édino Fonseca é pastor da Igreja Assembléia de Deus de São Gonçalo e integrante da Frente Parlamentar Evangélica.
Confira o Projeto de Lei Nº 3134/2010

    “DECLARA JESUS CRISTO COMO PATRIMÔNIO IMATERIAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.
    Autor: Deputado ÉDINO FONSECA
    DESPACHO:
    A imprimir e às Comissões de Constituição e Justiça; e de Normas Internas e
    Proposições Externas.
    Em 08.06. 2010
    DEPUTADO JORGE PICCIANI – PRESIDENTE
    A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RESOL-VE:

    Art. 1º Declara JESUS CRISTO como patrimônio imaterial do Estado do Rio
    de Janeiro.

    Art. 2º Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.
    Plenário Barbosa Lima Sobrinho, 08 de junho de 2010.
    Deputado ÉDINO FONSECA

    JUSTIFICATIVA
    O presente Projeto de Lei objetiva declarar JESUS CRISTO como patrimônio
    imaterial do Estado do Rio de Janeiro.
    Jesus Cristo é a forma como a Bíblia se refere àquele cujos seguidores con-
    sideram o Messias…

    Por estas razões e por tudo que temos conhecimento que Ele tem feito pelo
    nosso Estado e pelas vidas das pessoas que aqui vivem é que solicitamos que seja
    declarado como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro, apresento este Projeto
    de Lei, para a qual contamos com o apoio dos meus Pares nesta Casa. ”

    Para ler todo o projeto de lei, clique aqui.

Fonte: Genizah / Gospel+
 
Coral Gospel emociona público durante cerimônia de abertura da Copa do Mundo. Assista

Um coral gospel marcou presença em um grande concerto com vários artistas internacionais, como Shakira, Alicia Keys, Juanes e Black Eyed Peas foi celebrado nesta quinta-feira, às 15h (de Brasília), no estádio Orlando, em Soweto, na véspera da rodada de abertura da Copa do Mundo da África do Sul.
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Entre os outros artistas locais no show compareceram Hugh Masakela, Freshlyground, The Parlotones, Vusi Mahlasela e o Soweto Gospel Choir.
Na abertura da Copa do Mundo, o Soweto Gospel Choir se apresentou junto com Angelique Kidjo logo na abertura dos festejos. A apresentação do coral foi um tributo as raízes, esperanças e sonhos sul-africanos e além de animar, emocionou aos telespectadores com a letra alegre e contagiante.
Vídeo: Coral Gospel Soweto Gospel Choir na Abertura da Copa

Coral Gospel Soweto Gospel Choir

O Coral Sul Africano Soweto Gospel Choir tem provado ser uma força capaz de influenciar as mais diversas culturas do continente africano através da música gospel . As exuberantes vozes de Soweto Gospel Choir(na maioria das vozes a capela) estão conquistando audiência em todo o mundo. Eles tem espalhado mensagens de amor, alegria e esperança as pessoas, independentemente da sua cor, língua ou fé.

O coral ganhou o apoio até de Nelson Mandela uma das mais influentes personalidades negra da história recente. O Soweto Gospel Choir tem conquistado platéias desde 2005 , quando que conseguiu a primeira posição na Billboard, além disso, antes já havia conquistado o título de melhor coral internacional em 2004 no Gospel Music Award.

Suas performances se destacam pelas vozes incomparáveis, onde podemos claramente ouvir o timbre diferenciado, vozes além de suas roupas tradicionalmente coloridas e dança.

Fonte: Gospel+ e Galileo

 
Igreja Assembléia de Deus completa 100 anos no Brasil
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Começou nesta quinta-feira (03) e foi até o sábado (05), na Assembleia de Deus em Natal (RN), liderada pelo pastor Raimundo João de Santana, três grandes eventos que celebraram o Centenário da Assembleia de Deus no Brasil: A Conferência Pentecostal da Região Nordeste, a 3ª Escola Bíblica Nacional da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) e o Congresso Nacional Feminino da Assembleia de Deus.
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A Escola Bíblica Nacional aconteceu no templo-central e o Congresso Feminino da União de Esposas de Ministros das ADs no Brasil (Unemad), liderada pela irmã Wanda Freire Costa, foi realizado em um hotel da cidade. Os dois eventos aconteceram paralelamente nas manhãs e tardes de sexta e sábado.

As reuniões do Congresso Feminino tiveram o tema baseado em João 12:3: Deus na vida da mulher, 100 anos de adoração. Os preletores foram a irmã Wanda Freire (SP), a irmã Lea Freire (Campinas), o pastor Joel Freire (USA), a psicóloga Sônia Pires (SP) e as irmãs Samira Santos (RN) e Jacira Ferraz (RJ).

As noites dos três dias foram dedicadas à Conferência Pentecostal. Essas reuniões ocorreram no chamado Espaço Natal. O espaço foi ideal para abrigar a multidão de pentecostais que foi a Natal para adorar a Deus e celebrar o Centenário da Assembleia de Deus.

Alguns dos preletores da Conferência Pentecostal e da Escola Bíblica Nacional foram os pastores José Wellington Bezerra da Costa (SP), presidente da CGADB; José Satírio dos Santos (Colômbia); Raul Cavalcanti (MA); Josué Brandão (BA); Elienai Cabral (DF); João Martins (MS) e João Maria Hermel (RS).

Antes do evento o Pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da CGADB, destacou a expectativa para a festa em Natal. “Com a ajuda de Deus, estaremos reunidos na bela cidade de natal para anunciar ao povo daquela região que Jesus Cristo é o Salvador e que em breve Ele virá para buscar a Sua amada Igreja”, enfatizou o líder.

Segundo o pastor Raimundo João de Santana, líder da AD potiguar, toda a igreja no Estado foi mobilizada. “É com muita alegria e entusiasmo que receberemos crentes de todo o Brasil, em particular do Nordeste, para juntos celebrarmos ao Senhor. Foram três eventos de grande envergadura”, enfatizou o líder potiguar.

Para a irmã Wanda Freire Costa, o Congresso Feminino foi mais uma oportunidade de unir mulheres de todo o Brasil para momentos de confraternização e busca de crescimento espiritual. “Convoco a todas as esposas de obreiros para que estejam conosco nesses dias em que, tenho certeza, Deus fará maravilhas em nosso meio. Serão momentos de alegria por podermos nos reencontrar e também por buscarmos mais do Senhor para nossas vidas, nossas famílias e o ministério de nossos esposos”, declara irmã Wanda dias antes do evento.

Fonte: CPADNews / Gospel+
 
Crente pode participar de festa junina?
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Está chegando a época e um assunto polêmico vem à tona novamente: crente pode participar ou fazer Festas Juninas?
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Milho verde, canjica, pé-de-moleque, quebra-queixo, pipoca, muita música… Dançar quadrilhas, pular fogueira, soltar fogos e outras manifestações se tornaram comuns nos meses de junho, marcando as conhecidas festas juninas. Com forte raiz cultural e folclórica, elas guardam cada vez menos a tradição católica de celebrar os “santos” Antônio, João e Pedro. Todos os anos, o mês de junho traz à tona uma discussão que divide opiniões.

As manifestações juninas ou joaninas, como eram conhecidas, chegaram ao Brasil com as caravelas do navegador português Pedro Álvares Cabral, em 1500.

Acredita-se que estas festas tiveram origem no século XII, na região onde hoje é a França, com a celebração do solstício de verão (dia mais longo do ano, 22 ou 23 de junho), que marcava o início das colheitas, e que aos poucos foram sendo absorvidas pelo cristianismo europeu e, depois, transmitidas ao Novo Mundo.

O pesquisador Eliomar Mazoco, presidente da Comissão Espírito-Santense de Folclore, apresenta uma outra possível origem para as festas juninas. No hemisfério Norte, em torno da fogueira realizavam-se encontros em que as pessoas se juntavam para se proteger do frio. “Ali surgiram algumas danças, brincadeiras, hábitos culinários e gastronômicos que depois se transformaram nessas festas”, explanou. Mais tarde as igrejas se apropriaram, incluíram outras simbologias e as tornaram religiosas.

No Brasil, a partir da década de 1970, o aceleramento do processo de êxodo rural e conseqüente urbanização transportaram para a cidade os costumes do campo. Gradativamente, as festas juninas foram perdendo o sentido religioso e místico, assumindo um papel de preservação da cultura. Atualmente, não apenas escolas, mas até igrejas evangélicas têm realizado eventos juninos, numa forma de resguardar os laços de memória saudosista deste passado rural por meio de divertimento.

“É preciso dissociar o folclore, a brincadeira, da religião. Todos os homens possuem hábitos, cada região tem a sua cultura popular, são manifestações do cotidiano”, afirma Eliomar, ressaltando que existem outras explicações, cada uma diferente da outra, para elucidar as origens das festas juninas.

O fato é que, com o crescimento do número de evangélicos no Brasil, a questão tornou-se nos dias de hoje séria e delicada, podendo ser um assunto espinhoso para conversas numa roda de amigos, quer comunguem ou não da mesma crença. Alguns dão ênfase ao aspecto folclórico. Outros, não aceitam nem mesmo o aspecto cultural da festa e afirmam que ela é proibida aos evangélicos, por configurar idolatria. Proibir ou permitir, e por quê? O evangélico pode ou não participar das festas juninas?

Para o pastor Erasmo Vieira, da Igreja Batista Morada de Camburi, este assunto já entrou no terreno das divergências emocionais, ultrapassando a discussão bíblica, mas deve ser analisado sob vários aspectos. O primeiro seria a ligação com a adoração aos “santos”, contraposta à condenação de qualquer atividade que esteja ligada à idolatria (Êxodo 20.3-4, Isaías 44 e 45). “Qualquer tipo de festa que tenha por finalidade adorar alguém é condenável”, disse. Para o evangélico, santos são todos os que se converteram e aceitaram a Jesus Cristo como único Senhor e Salvador, dispostos a viver de acordo com os ensinamentos da Palavra escrita na Bíblia.

Por outro lado, o pastor insiste em que o cristão reflita, porque com a radicalização estão se perdendo a tradição cultural e a relevância folclórica. “As festas folclóricas, como as juninas, possuem este aspecto cultural que deve ser levado em consideração. Contudo, temos de ter cautela, para não escandalizarmos ninguém, conforme nos ensina o apóstolo Paulo (1 Coríntios 8:13). Devemos ter discernimento para sabermos o que fazer”, explicou Erasmo.

Até mesmo o povo de Israel, conforme lembrou o pastor Erasmo, tinha e tem festas nas quais outros aspectos são valorizados em detrimento da religião. “Na Festa do Purim, por exemplo, não se fala o nome de Deus, apesar de ter sido uma graça oferecida pelo Pai ao seu povo”, lembra. O Purim é um feriado judaico, no qual se festeja o livramento do povo judeu do plano de destruição de Amã, narrado no livro de Ester. No evento o livro é lido publicamente, há distribuição de comida e dinheiro aos pobres, além de danças e pratos típicos.

“Se for levar ‘ao pé da letra’, há outro exemplo. A nossa festa do Natal foi criada para encobrir a festa pagã das saturnálias, das quais os cristãos não deveriam participar”, completa o pastor para justificar que os exageros podem conduzir o evangélico a uma alienação de todas as festas que acontecem. As saturnálias eram festas de comilança e orgias da carne que precediam a quaresma, período de jejum e introspecção. Com a aceitação do cristianismo como religião oficial no século III em Roma, foi estabelecido no século IV o calendário litúrgico com a instituição da comemoração do nascimento de Jesus no dia 25 de dezembro.

Para Erasmo esses exemplos dão a dimensão de que “então, existe um elemento de abertura para discutir as festas juninas separada do aspecto religioso, que quase não mais existe. Assim, podemos ver a festividade como coreografias folclóricas, quadrilhas, danças e comidas típicas da época da colheita do milho”.

A partir da Palavra

Vários textos bíblicos podem ser usados como base para os cristãos evangélicos, mas a interpretação dada a eles é que vai fundamentar a decisão. A 1ª Carta aos Coríntios, no capítulo 8, fala claramente sobre o comer das coisas sacrificadas aos ídolos, mas diz também que o ídolo por si só não é nada e afirma que a consciência do indivíduo é que se deixa contaminar. Na mesma carta, Paulo diz aos coríntios (1 Co 6.12): “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma”. Está aí o deferencial da liberdade cristã, permitindo ao homem viver no mundo sem ser governado espiritualmente por ele.

“Cada pessoa deve entender que tem competência para interpretar o que está dito na Bíblia e que, com a orientação do Espírito Santo, encontrará suas respostas pessoais. Porém, é de extrema importância que o membro de uma determinada igreja procure saber o que pensa a sua igreja e o seu pastor, para não criar constrangimentos nem para si mesmo, nem para os outros”, reforçou pastor Júlio Cezar de Paula Brotto, Igreja Batista de Itacibá.

Para o pastor José Vicente de Lima, da 1ª Igreja Presbiteriana de Vila Velha, os evangélicos deveriam ignorar este tipo de festividade e, nem por isso, sua atitude configuraria extremismo. Ele não concorda com a inclusão evangélica nem mesmo em se tratando de comemorações em outras datas e com outros nomes, como “festa na roça” ou “festa caipira”. “Com todo o respeito a quem queira participar, a configuração da festa muda, mas o mandamento do Senhor é o mesmo. Nós pregamos isto. E ao não seguirmos este mesmo Senhor, perdemos a comunhão íntima com ele. As pessoas podem até dizer que não concordam com isso porque os tempos e os costumes são outros, mas a Bíblia é a mesma”, justifica.

O pastor José argumenta que a alegria do evangélico é outra, que não é necessário afastar-se das coisas do mundo, mas que se deve buscar primeiro sabedoria e discernimento espiritual. Entretanto, para ele, de acordo com a Palavra a proibição é evidente. Alguns podem participar destas festas e não se deixar dominar, mas outros acabam incorrendo em erro. Para não errar, o melhor seria não ir. “O senhor participou de festas, de casamentos sem com isso se contaminar. Há festas e festas”, encerrou.

Quando cultura e fé dialogam, a resposta para as dúvidas do cristão evangélico deve se firmar na Palavra e em uma fé inabalável, no aconselhamento com o próprio pastor, e com Deus. O crente tem a liberdade de dizer sim ou não de acordo com I Co 10.23. A liberdade cristã vem do conhecimento de Jesus e da Palavra que liberta (João 8:31.32) (Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará). As pessoas não podem se fechar para a discussão de temas, mesmo que polêmicos, foi o que alertou o pastor Erasmo. Cristo veio, viveu como homem e mesmo assim deixou como herança a sua paz libertadora, que somente Nele é possível encontrar: “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (Jo 16.33). Acima de tudo, é preciso buscar pela paz que existe no Senhor (I Co 14:33), mas a necessidade de estar no mundo e participar dele, sem contudo deixar-se conduzir, faz parte do dia-a-dia do evangélico.

Festas juninas e as crianças

Com relação à educação dos filhos, os pais e educadores evangélicos devem nortear a sua orientação da mesma forma, baseando-se na Bíblia. Não é preciso ceder às pressões sociais. Os cristãos podem aceitar manifestações populares, culturais, musicais e artísticas que representem a identidade de um povo ou de uma nação, desde que os seus princípios inegociáveis da Verdade não sejam comprometidos, e que a sua liberdade social não seja violada.

De acordo com o Planejamento Curricular Nacional, as instituições de ensino têm como dever preservar e transmitir valores culturais da nação, embora não tenham o direito de obrigar as crianças a participarem de qualquer manifestação. Porém, no caso das festas juninas e de outras comemorações com sincretismo religioso, as crianças evangélicas podem passar por constrangimento por não participar. Para que isso não ocorra, é bom verificar a proposta pedagógica e deixar claro o posicionamento da família logo no início do ano letivo. e isso deve ser conversado com respeito entre pais, professores e pedagogos.

É sempre bom lembrar que no Capítulo II do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), estão previstos mecanismos de proteção. Os artigos 15, 16 e 17 prevêem:

* Art. 15 – A criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento e como sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis

* Art. 16 – O direito à liberdade compreende os seguintes aspectos: (…) II – Opinião e expressão; III – Crença e culto religioso.

* Art. – 17 O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, idéias e crenças, dos espaços e objetos pessoais.

Fonte: Revista Comunhão / Gospel+
Via: Galileo
 
Ex assassino, fica firme com Jesus...
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O ex-ator Guilherme de Pádua, condenado pelo assassinato de Daniella Perez, em 1992, disse que beijaria os pés da mãe da vítima, Glória Perez, e deixaria que ela batesse nele se tivesse a oportunidade de um encontro. Ele deu uma entrevista à revista “Viver Brasil”, com circulação em Minas Gerais.
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“Já sonhei com esse momento. Acho que beijaria os pés dela, deixaria ela me bater. Eu ia ter para dizer para ela que o mesmo Jesus que consegue salvar um criminoso e fazer a vida dele ter sentido, é o mesmo que faz uma mãe que perdeu a filha fazer coisas maravilhosas”, disse Pádua, acrescentando que “o mundo precisa de perdão”.

Em liberdade desde 1999 e funcionário da Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte, Pádua encheu a entrevista de referências à crença evangélica, à qual se converteu na prisão. Questionado se a vida que levava foi o principal motivador do crime, concordou: “Acho que sim (…) Só queria saber de mulherada, droga, gandaia”.

Assim como havia feito em entrevista ao “Programa do Ratinho”, do SBT, em 8 de abril, Pádua se negou a dar detalhes do crime.

Ele repetiu que foi ameaçado pelo Twitter de ser processado se citasse o caso e que recebeu uma correspondências dos advogados de Glória Perez com um alerta oficial de que não pode falar sobre o crime. O ex-ator disse, no entanto, que tem informações que “para a maioria das pessoas seriam fatos novos” e que só a versão da acusação ficou conhecida.

Ele fez mistério sobre novidades do crime no livro que sua atual mulher, Paula Maia, que conheceu na igreja, acaba de lançar: “Que Amor é Esse? A história Real de Guilherme de Pádua”. “Talvez tenha coisas que você não está esperando. É igual a um filme, não posso contar o final”.

Reclusão

Pádua disse sentir falta de não poder sair, sob o risco de ser hostilizado pela população. “Minha esposa não vai a um restaurante quase nunca. Muitas vezes falo para ela ir com o pessoal. Eu evito bem”. Ele disse ter vontade de ter filhos com a atual mulher, mas teme que a criança sofra. “Imagina as outras criancinhas falando, os adultos. O ser humano gosta de pisar”.

Ele declarou ainda que pensa muito em mudar de país, mas teme ir de forma ilegal. “Conhecemos gente que vai até com coiote, mas sei que se for eu, alguém vai descobrir e vai dar zebra. Para mim, o ideal seria morar em outro país, que já daria uma aliviada boa”, afirmou.

Apesar da reclusão, o ex-ator diz se considerar feliz porque aceita “que essa vida é passageira”. Ele contou não saber como medir se pagou o que tinha que pagar. “O que sei é que o que a lei mandou eu fazer, eu fiz (…) Os erros que a gente cometeu na vida, as pessoas que magoamos, como medir isso?”.

Fonte: Folha / Gospel+
Via: Pavablog
 
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